Nada nem ninguém é pior ou melhor. TODOS possuem sabedoria, mas nem todos a acessam.
É como um livro valioso que fica na estante, empoeirado.
Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração (Antoine de Saint-Exupéry)
quarta-feira, janeiro 30, 2008
A vida
Não estamos realmente atentos ao que somos, o que estamos fazendo e para onde vamos. Talvez isso não preocupe a maioria, e de fato não deveria. Vive-se de uma forma racional demais, as pessoas se preocupam demasiadamente com coisas de um mundo efêmero. Não levamos o dinheiro conosco, mas só sentimos felicidade com ele, é uma ilha de segurança. Você fica rodeado diante um mar salgado, com sede, e não sabe como agir. Está paralisado mas insiste em correr. Seu corpo, que é sábio, diz para você ficar sentado apenas e descançar. Mas, você não sabe o que é, e não se entrega ao conhecimento de si mesmo e insiste em correr para uma estrada ilusória.
Parte disso tudo reside em um medo.
O medo de viver, de observar, de amar, de estar em paz. Mas o medo é inicialmente fundamental, é com ele que iremos observar que não precisamos iniciar a arte do apego ao inútil, tão cultivado hoje em dia.
Fugir dele, não enfrenta-lo, só adia ainda mais a dor. Quando defronta-se com ele, percebe que não há nada, senão uma ilusão criada por pela mente. Depois disso, há somente paz.
Deviamos lembrar que a vida é um imenso teatro e que deviamos, continuamente, lembrar-nos que somos atores, em busca de um oscar na vida.
Somos arte por todas as partes, em cada detalhe. Assim como o artista aprende a observar, sejamos nós, artistas de um mundo onde todos possam ver na vida uma arte, não um fardo.
Cada ponto de observação devia ser minucioso.
Tudo o que você faz e pensa tem um afeito,mesmo que não note. Seus pensamentos surgem através de sua observações e, quando direciona-os a um ponto distante da realidade, só reside a feiura da mentira. Passa-se a enxergar o mundo e as pessoas como grandes monstros marinhos.
Nós não somos monstros, ainda que tentemos pensar que sim. Não sentimos dentro de nós algo sagrado, que emana em sabedoria, porque não estamos em nós mesmo e sim em um mundo lá fora, distante do coração. Não é a toa que Deus, ao redor do mundo, seja algo infantil para a maioria dos humanos.
Ainda não notamos : só há mestres no mundo todo, porque sendo sagrados, não poderia haver o profano que habita na mente. Mas a MENTE mente continuamente te dizendo que sim.
Cada um é uma peça importante para o universo, entretanto não sabemos. Se soubessemos, ficariamoss em paz.
Existir não é uma responsabilidade, é uma arte, e, o propósito da arte é elevar.
Parte disso tudo reside em um medo.
O medo de viver, de observar, de amar, de estar em paz. Mas o medo é inicialmente fundamental, é com ele que iremos observar que não precisamos iniciar a arte do apego ao inútil, tão cultivado hoje em dia.
Fugir dele, não enfrenta-lo, só adia ainda mais a dor. Quando defronta-se com ele, percebe que não há nada, senão uma ilusão criada por pela mente. Depois disso, há somente paz.
Deviamos lembrar que a vida é um imenso teatro e que deviamos, continuamente, lembrar-nos que somos atores, em busca de um oscar na vida.
Somos arte por todas as partes, em cada detalhe. Assim como o artista aprende a observar, sejamos nós, artistas de um mundo onde todos possam ver na vida uma arte, não um fardo.
Cada ponto de observação devia ser minucioso.
Tudo o que você faz e pensa tem um afeito,mesmo que não note. Seus pensamentos surgem através de sua observações e, quando direciona-os a um ponto distante da realidade, só reside a feiura da mentira. Passa-se a enxergar o mundo e as pessoas como grandes monstros marinhos.
Nós não somos monstros, ainda que tentemos pensar que sim. Não sentimos dentro de nós algo sagrado, que emana em sabedoria, porque não estamos em nós mesmo e sim em um mundo lá fora, distante do coração. Não é a toa que Deus, ao redor do mundo, seja algo infantil para a maioria dos humanos.
Ainda não notamos : só há mestres no mundo todo, porque sendo sagrados, não poderia haver o profano que habita na mente. Mas a MENTE mente continuamente te dizendo que sim.
Cada um é uma peça importante para o universo, entretanto não sabemos. Se soubessemos, ficariamoss em paz.
Existir não é uma responsabilidade, é uma arte, e, o propósito da arte é elevar.
Mensagem
“A respiração é a ligação entre o corpo, a mente e o espírito. Quando a mente está livre de medo, culpa e raiva, está mais centrada, pode curar o organismo de qualquer doença. A consciência que cria o corpo também tem poder curativo. A consciência é amor puro e o amor é a força mais poderosa que existe sobre a terra”. Sri Sri Ravi Shankar
segunda-feira, janeiro 28, 2008
inicio de um conto mal dado.
Eu soube, no primeito dia do ano, que a flor do jardim seria a porta do paraíso. Houvera muitas tristezas trazidas pela tempestade de infelicidade. Algo em mim dizia que naquele último dia de verão tudo estaria bem. E mudaria, naturalmente, algo se transformaria.
Nada me feriria, as rosas de minha alma estariam floridas sempre, exalando perfume.
Falariam comigo num diálogo amoroso, e seriam minhas eternas companheiras.
Sai da casa, fazia calor. Era bom os tempos de verão, não era preciso cortar lenha, usar muitas roupas, sentia-me mais livre com meus vestidos voando ao vento, com os pássaros alegres.
O inverno me deixava fria por dentro também. A falta de calor humano por perto era um pouco dificíl, e trazia, com o vento soprado com força, lembranças de tempos bons e doces.
Verifiquei se tudo já dormia ao redor, mas tudo estava acordado num silêncio sagrado. Era tão linda a noite imersa em mistério e amor, com suas estrelas a brilhar numa imensidão sem fim...
Algo circulava perto de mim, uma profusão de energia boas e puras, trazendo-me mensagens...
Mudanças, mudanças...algo tão bom.
Havia uma transformação luminosa dentro de mim.
Como uma borboleta...
(...)
Nada me feriria, as rosas de minha alma estariam floridas sempre, exalando perfume.
Falariam comigo num diálogo amoroso, e seriam minhas eternas companheiras.
Sai da casa, fazia calor. Era bom os tempos de verão, não era preciso cortar lenha, usar muitas roupas, sentia-me mais livre com meus vestidos voando ao vento, com os pássaros alegres.
O inverno me deixava fria por dentro também. A falta de calor humano por perto era um pouco dificíl, e trazia, com o vento soprado com força, lembranças de tempos bons e doces.
Verifiquei se tudo já dormia ao redor, mas tudo estava acordado num silêncio sagrado. Era tão linda a noite imersa em mistério e amor, com suas estrelas a brilhar numa imensidão sem fim...
Algo circulava perto de mim, uma profusão de energia boas e puras, trazendo-me mensagens...
Mudanças, mudanças...algo tão bom.
Havia uma transformação luminosa dentro de mim.
Como uma borboleta...
(...)
Nada flores.
O vestido balançando ao vento, o corpo calmo, a mente agitada.
Quebrar de ondas lentas numa praia ao entardecer.
Algo irá acontecer, e eu não consigo ver.
Ansiedade, não espero. Não paro, não enxergo.
Não esteja comigo, seja comigo.
Seja coração, faça-me parar.
Fique comigo, deixe que meus braços levem os teus
ao paraíso.
Como o vento que varre os meus cabelos
e solta as tuas palavras
em murmúrios febris.
Quebrar de ondas lentas numa praia ao entardecer.
Algo irá acontecer, e eu não consigo ver.
Ansiedade, não espero. Não paro, não enxergo.
Não esteja comigo, seja comigo.
Seja coração, faça-me parar.
Fique comigo, deixe que meus braços levem os teus
ao paraíso.
Como o vento que varre os meus cabelos
e solta as tuas palavras
em murmúrios febris.
domingo, janeiro 27, 2008
É para vc sim
"é melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar; é melhor tentar ainda que em vão, que sentar-se fazendo nada até o final; eu prefiro nas chuvas caminhar, do que em dias tristes em casa me esconder; prefiro ser feliz embora louco, do que em conformidade viver"(Martin Luther King)
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Cântico IV
Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
Cecília Meireles
Acabar.
Não vês que acabas todo dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
Cecília Meireles
Ao pássaro agitado da manhã
Não saber a gravidade do amor é, sem dúvida, algo muito doloroso. Não a gravidade equivalente a 9,5; o amor não faz cair, apenas eleva. É como a arte achar que sabe a respeito dele e passar 35 anos se enganando. Achar não deveria se encaixar no quesito de arte, mas há quem pense que sim. Há, támbém, quem viva infeliz em sua casa- mundo desamado e devido a isso, coloque em suas entranhas que o amor precisa de outro pra ser vivido, não é auto-suficiente.
Talvez porque venha das estranhas e não do coração. O que traz a paz é o amor, não a paz ao amor. Poderia até ser, porque essas coisas elevadas, as quais são dificeis de serem expressadas, são complicadas à compreensão humana.
O amor não reside em sua mente porque é perfeito, muito menos nos conceitos dos homens de fé que pregam por aí, e vc os decora, para logo depois ditar regras. Tampouco ele tem regras, é livre e perfeito.
E tendo a perfeição, não precisa de mais nada.
Muito menos perde tempo tentando falar as pessoas do que elas mais precisam, tentando incluir o pássaro na gaiola quando ele quer, num desespero ingenuo, experimentar o mundo atraves de suas asas.
Nós também temos asas. Não foi ensinado aos pássaros como eles devem voar; não se ensina como a amar, porque o amor está, desde o principio dentro de nós.
E, talvez por estarmos tão cegos e ocupados com outros sentimentos egoístas, esquecemos dele e passamos a vivenciar outras ilusões da vida.
Uma crueldade achar que se está na paz negando as suas próprias mentiras e dizer, por não ter sorte nessa compreensão, que o amor é coisa de gente patética.
Ao achar que o amor é coisa de gente patética, não se está em paz, é algo contraditório.
O amor não acha nada, é certeiro.
Faz de conta que eu acredito piamente em seus achismos mal curados e infectados.
Talvez porque venha das estranhas e não do coração. O que traz a paz é o amor, não a paz ao amor. Poderia até ser, porque essas coisas elevadas, as quais são dificeis de serem expressadas, são complicadas à compreensão humana.
O amor não reside em sua mente porque é perfeito, muito menos nos conceitos dos homens de fé que pregam por aí, e vc os decora, para logo depois ditar regras. Tampouco ele tem regras, é livre e perfeito.
E tendo a perfeição, não precisa de mais nada.
Muito menos perde tempo tentando falar as pessoas do que elas mais precisam, tentando incluir o pássaro na gaiola quando ele quer, num desespero ingenuo, experimentar o mundo atraves de suas asas.
Nós também temos asas. Não foi ensinado aos pássaros como eles devem voar; não se ensina como a amar, porque o amor está, desde o principio dentro de nós.
E, talvez por estarmos tão cegos e ocupados com outros sentimentos egoístas, esquecemos dele e passamos a vivenciar outras ilusões da vida.
Uma crueldade achar que se está na paz negando as suas próprias mentiras e dizer, por não ter sorte nessa compreensão, que o amor é coisa de gente patética.
Ao achar que o amor é coisa de gente patética, não se está em paz, é algo contraditório.
O amor não acha nada, é certeiro.
Faz de conta que eu acredito piamente em seus achismos mal curados e infectados.
Morro do que há no mundo.
Morro do que há no mundo:
do que vi, do que ouvi.
Morro do que vivi.
Morro comigo, apenas:
com lembranças amadas,porém desesperadas.
Morro cheia de assombropor não sentir em mim
nem princípio nem fim.Morro:
e a circunferênciafica, em redor, fechada.
Dentro sou tudo e nada.
Cecília Meireles
do que vi, do que ouvi.
Morro do que vivi.
Morro comigo, apenas:
com lembranças amadas,porém desesperadas.
Morro cheia de assombropor não sentir em mim
nem princípio nem fim.Morro:
e a circunferênciafica, em redor, fechada.
Dentro sou tudo e nada.
Cecília Meireles
Frutos do oceano de árvores sem fim.
Como se o mundo partisse como vidro ao chão, e deixasse espalhados filhos órfãos em imensidões sem fim e amor.Quem se atem aos pedaços de vidro se fere, repete-se palavras falsas e poem-se como Rei ao pensar que tem nas mãos o ouro puro.
Fere támbem aos outros frutos.
Nada se tem de verdade nas mãos.
O coração é um fruto vermelho, do lado esquerdo, mas ao marginal do amor, é uma maça ilusoriamente lustrosa e totalmente podre por dentro.
Contamina os outros pomares, percebe-se órfão porque tem medo da dor de existir e correr ao que não se chama paixão.
É como se o mundo ficasse ferido, destruido. Como se não quisesse ter sido quebrado, apenas reiventado com amor.
Como se ele quisesse existir em imensidões de amor sem fim.
Como se, ao dar amor aos homens, quisesse que eles percebem que ao olhar a imagem, verifica-se támbem o conteúdo.
Como se ele não quisesse ferir, e sim somente ,reconhecer em seus filhos árvores carregadas de bons frutos.
O SABER amoroso do vento
A loucura que leva o vento a destelhar casas e formar circulos ligeiros e assustados, é algo chamado desespero. Como se a natureza depositasse todos os males humanos, como se ela, logo depois, desse um grito e rastejasse devagar ao planeta vizinho reclamando das proezas.
Afasta e limpa tudo, renova com fé como um pássaro que canta à noite desvazendo o sono do bebê.
Tudo nunca fica no lugar depois, as pessoas percebem, então, que acima delas há forças incríveis a rodopiar o mundo.
E, além de materia e atómos, o recado é dado todo dia: não se esquecer de recomeçar a amar; como se o amor esquece por si próprio o que é, misturando-se aos desejos ilusórios dos homens.
Quem se deixa emaranhar-se ao vento, quem permite ser tocado por ele, como um algodão fofo e puro, sabe o que é amar; compreende tambem que não basta aparentar ser uma casa firme e forte, é preciso que, em situações de emergencia, o coração já esteja preparado para todo o tipo de ventanias.
Por que o amor não varre nada, ele leva o ódio e saber que um dia, tudo pode se converter por não sabe a honestidade de tal supremacia.
O amor não cabe nos sentimentos, é algo maior.
Não cabe muito menos e faróis queimados, ele ilumina mesmo não tendo fome de luz.
O amor não permite permitir-se levar ao desespero da última palavra; é como um barco de naufraga sem botes de salva vidas.
O vento não leva nada senão toda a incongruencia formada na superficie humana, como uma vassoura que varre o chão para não ferir pés atordoados do tempo.
O vento, movido pelo amor, leva em desespero, tudo aquilo que contrária o amor.
É por isso que ele torna-se louco, porque sabe amar.
Afasta e limpa tudo, renova com fé como um pássaro que canta à noite desvazendo o sono do bebê.
Tudo nunca fica no lugar depois, as pessoas percebem, então, que acima delas há forças incríveis a rodopiar o mundo.
E, além de materia e atómos, o recado é dado todo dia: não se esquecer de recomeçar a amar; como se o amor esquece por si próprio o que é, misturando-se aos desejos ilusórios dos homens.
Quem se deixa emaranhar-se ao vento, quem permite ser tocado por ele, como um algodão fofo e puro, sabe o que é amar; compreende tambem que não basta aparentar ser uma casa firme e forte, é preciso que, em situações de emergencia, o coração já esteja preparado para todo o tipo de ventanias.
Por que o amor não varre nada, ele leva o ódio e saber que um dia, tudo pode se converter por não sabe a honestidade de tal supremacia.
O amor não cabe nos sentimentos, é algo maior.
Não cabe muito menos e faróis queimados, ele ilumina mesmo não tendo fome de luz.
O amor não permite permitir-se levar ao desespero da última palavra; é como um barco de naufraga sem botes de salva vidas.
O vento não leva nada senão toda a incongruencia formada na superficie humana, como uma vassoura que varre o chão para não ferir pés atordoados do tempo.
O vento, movido pelo amor, leva em desespero, tudo aquilo que contrária o amor.
É por isso que ele torna-se louco, porque sabe amar.
terça-feira, janeiro 22, 2008
Espero demais.
Meus ossos pararam de crescer agora, eu creio. Acho que não cresco mais e que realmente, de forma corporal de se dizer, eu não quero crescer mais. Agora, eu não enfrento a morte, ela sempre existiu. Os ossos cresceram, as células não deixaram de se multiplicar e nada até agora me dá medo de pensar nisso. Eu sempre soube que para algo crescer, outro teria que morrer.
Aquele corpo de menina morreu a uns anos atrás, assim como as celulas que o envolvia formando uma pele; eu morri a uns tempos atras e não senti dor,ao contrário do que se pensa, a perda pelo ralo foi essencial ao que sou agora.
Os ossos, por sua vez, não deixaram de ser o que são, suas celulas não mudaram de nome, mas eu não sou mais aquela.
De acordo com as minhas estatísticas, eles me revelam também que eu não sou do tamanho da minha anatomia. Isso porque, ao perceber que eu sou mais aquilo que me aparenta, eu cresci muito mais do que me foi permitido biologicamente.
Cresci ao morrer támbem.
Mas eu te garanto que atrás de tantos ossos e celulas, há mais do que uma garota de 20 anos.
Eu não tenho 20 anos. Meus ossos talvez não tenham 20 anos, talvez menos, quem sabe?
Não sou da idade ao que se vê, não sou a minha forma.
Eu morro e renasço todo dia. Cresço a cada dia, e cada dia é, sem dúvida um recomeço.
Eu espero que você tenha compaixão e não me engaiole em seus pensamentos ridículos, ao pensar que tudo o que um dia vivi para ser o que sou agora, se limita apenas aos meus ossos e pele.
Aquele corpo de menina morreu a uns anos atrás, assim como as celulas que o envolvia formando uma pele; eu morri a uns tempos atras e não senti dor,ao contrário do que se pensa, a perda pelo ralo foi essencial ao que sou agora.
Os ossos, por sua vez, não deixaram de ser o que são, suas celulas não mudaram de nome, mas eu não sou mais aquela.
De acordo com as minhas estatísticas, eles me revelam também que eu não sou do tamanho da minha anatomia. Isso porque, ao perceber que eu sou mais aquilo que me aparenta, eu cresci muito mais do que me foi permitido biologicamente.
Cresci ao morrer támbem.
Mas eu te garanto que atrás de tantos ossos e celulas, há mais do que uma garota de 20 anos.
Eu não tenho 20 anos. Meus ossos talvez não tenham 20 anos, talvez menos, quem sabe?
Não sou da idade ao que se vê, não sou a minha forma.
Eu morro e renasço todo dia. Cresço a cada dia, e cada dia é, sem dúvida um recomeço.
Eu espero que você tenha compaixão e não me engaiole em seus pensamentos ridículos, ao pensar que tudo o que um dia vivi para ser o que sou agora, se limita apenas aos meus ossos e pele.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Another broche note
Vivo em um mundo onde as pessoas, em sua maioria, não sabem o que são. Inventam demais, falam demais e ferem demais.
Não enxergam as virtudes, preferem apontar os erros dos outros. Eu deveria me acostumado ao ditado que diz ´´a grama do vizinho é sempre mais verde´´.
A nossa grama seca e fica feia, enquando a deles cresce e fica linda.
Na nossa mente, há a grama feia, no mundo não há nada.
Na nossa mente povoa-se sentimentos ridiculos aos quais temos o costume de nos apegarmos com imensa facilidade. Eu ainda não sei porque. Quando é mais simples olhar o mundo e perceber em cada particula uma canção, uma poesia, um beijo, um sorriso.
É tudo tão simples como uma virtude que grita em forma de cor neon.
As pessoas correm demais. Um dia eu falei ´´ o tempo é imutável´´. Um grande absurdo, os físicos poderiam dizer. Mas os nossos relógios, e isso é fato, nos condenam.
É quase impossível não viver no presente quando olhamos o pulso e o coelho branco nos alerta que estamos atrasados. Convencionou-se olhar só para frente, correr, pensar em dinheiro,sexo e seios fartos. É moda apontar os defeitos dos outros, viver na superficialidade támbem.
As pessoas são mais que idéias, ela não evaporam. Emboram não saibam, elas são nossos mestres, ainda que não portem um diploma.
Paremos.
Não enxergam as virtudes, preferem apontar os erros dos outros. Eu deveria me acostumado ao ditado que diz ´´a grama do vizinho é sempre mais verde´´.
A nossa grama seca e fica feia, enquando a deles cresce e fica linda.
Na nossa mente, há a grama feia, no mundo não há nada.
Na nossa mente povoa-se sentimentos ridiculos aos quais temos o costume de nos apegarmos com imensa facilidade. Eu ainda não sei porque. Quando é mais simples olhar o mundo e perceber em cada particula uma canção, uma poesia, um beijo, um sorriso.
É tudo tão simples como uma virtude que grita em forma de cor neon.
As pessoas correm demais. Um dia eu falei ´´ o tempo é imutável´´. Um grande absurdo, os físicos poderiam dizer. Mas os nossos relógios, e isso é fato, nos condenam.
É quase impossível não viver no presente quando olhamos o pulso e o coelho branco nos alerta que estamos atrasados. Convencionou-se olhar só para frente, correr, pensar em dinheiro,sexo e seios fartos. É moda apontar os defeitos dos outros, viver na superficialidade támbem.
As pessoas são mais que idéias, ela não evaporam. Emboram não saibam, elas são nossos mestres, ainda que não portem um diploma.
Paremos.
Notas broncas
Espero o trem do meio dia passar sentada perto dos trilhos, estou cansada, meus olhos pesam e a pequena Amelia olha-me com uma carinha de choro. Há sol escaldante pairando sobre o meu vestido branco, fazendo-me ainda mais reluzente em minha brancura pura. Chamo atenção, não tenho a cara desse povo daqui - eles são moreninhos e usam roupas surradas. Sinto-me mal, sinto támbem uma culpa inevitável de parecer uma bonequinha francesa frágil. Porque?
Se eu pudesse escolher a cor de minha pele, eu seria camaleão, que muda de acordo com seu ambiente. Não chamaria a atenção, não me sentiria menor ou maior. Não seria nada, senão mais um no sertão, lugar ao qual estou agora, sentada ao sol.
Estou aqui porque quero, as pessoas se espantam. ´´Moça, sai do sol´´.
- ´´ah, obrigada, estou confortável aqui´´.
Amélia ainda não entende, é muito pequena e não sabe de nada.
Me pergunta:
-´´ Porque gosta de ficar no sol?´´
Eu respondo-lhe:
- ´´ Deve ser porque eu queira dissipar a escuridão e iluminar mais´´
Ela
- ´´Mas o que estou vendo agora é uma mocinha que brilha´´
Talvez eu realmente não saiba onde estou vivendo.
Se eu pudesse escolher a cor de minha pele, eu seria camaleão, que muda de acordo com seu ambiente. Não chamaria a atenção, não me sentiria menor ou maior. Não seria nada, senão mais um no sertão, lugar ao qual estou agora, sentada ao sol.
Estou aqui porque quero, as pessoas se espantam. ´´Moça, sai do sol´´.
- ´´ah, obrigada, estou confortável aqui´´.
Amélia ainda não entende, é muito pequena e não sabe de nada.
Me pergunta:
-´´ Porque gosta de ficar no sol?´´
Eu respondo-lhe:
- ´´ Deve ser porque eu queira dissipar a escuridão e iluminar mais´´
Ela
- ´´Mas o que estou vendo agora é uma mocinha que brilha´´
Talvez eu realmente não saiba onde estou vivendo.
sábado, janeiro 19, 2008
Eternos diálogos!
Sarinha diz:
nao é fácil viver em uma mundo onde as pessoas defecam pela mente
Sarinha diz:
pela boca
Sarinha diz:
e acham que plantam flores
Torrea diz:
mas é falando merda que se aduba a vida
Sarinha diz:
a vida não precisa ser adubada, ela já é viva o sufiente pra se manter. Nos nao vivemos, morremos....
nao é fácil viver em uma mundo onde as pessoas defecam pela mente
Sarinha diz:
pela boca
Sarinha diz:
e acham que plantam flores
Torrea diz:
mas é falando merda que se aduba a vida
Sarinha diz:
a vida não precisa ser adubada, ela já é viva o sufiente pra se manter. Nos nao vivemos, morremos....
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Contos da meia noite silenciosa para o sempre.
Tudo que desaparece ao meu olhar, sucumbe ao universo sem uma lógica aparente;Quarto andar, tudo está silencioso.
Ele é um cientista, eu uma arqueóloga de almas humanas.
Ainda que prefira as flores, as pedras e os animais, eu me detenho naquilo que me forma - dentro para fora e fora pra dentro - e percebo algo sagrado em tudo. Deve ser porque quando observo não penso, apenas me misturo no silêncio das coisas, das coisas da vida ao qual foram esquecidas na superfície da pele ferida.
O que ficou no mundo senão apenas água salgada? invadiu tudo como se quisesse lavar a alma de tudo. TUDO, TUDO.
Nada ainda foi profanado, só a mente, tudo ainda permanece sagrado desde ontem quando acordei e percebi que havia algo além de tudo.Hoje também, mas é só isso que existe.
O sol nascia alegre, as nuvens se moviam devagar e algo de mim parou por alguns instantes. A noite cresceu, o dia surgiu e o sol despontou em seu horizonte, eu vi. Senti támbem, mas deve ser porque em horas assim nós nos permitimos ser. E somos o sagrado que a tudo permeia, nos fundimos com a vasta imensidão do Universo, que diz constantemente ´´psiu, estou aqui, faça silêncio´´.
Não importa se o galo canta na esquina assombrada, se minha mãe ronca no sofá com a tv ligada, se o morcego pia na escuridão, o silêncio não é abalado. Poucos percebem.
Ele dança noite a fora, e me seduz profundamente.
Perco alguns passos, o leite esfria, fico fora do ar por alguns instantes e nos tornamos melhores, amigos depois. Ou sempre, dentro de mim.
Não me invade em mil fragmentos porque sou feliz com a suavidade que tenho. Um copo de vinho derramado e ainda prefiro o leite puro e branco, se vc entender isso.
O silêncio, em seus barulhos, é tambem puro.
Eu quero você, eu quero eles, que quero o abraço mais tenro como a noite que chega, me seduz e me acalenta - sintetizados numa ausência de barulhos desnecessários.
Eu quero os grilos a cantarem em seu maravilhoso festival todas as noites. Sinto tudo como se fosse sagrado, e nada pagará por isso.
Fico aqui, não me detenho, vou mais além. Eu corro, eu grito, as vezes sou triste, mas ainda fico numa serenidade como aquela do oceano azul sem fim. É O SILÊNCIO de tudo que me faz refém dentro de um paradoxo ambulante num texto sem sentido.
Posso te falar de verdades nunca concebidas, posso te dar um beijo de despedida, posso te dar uma pedra fosca furada, mas nada substituirá a minha mudez de intervalos mal intercalados, do meu silêncio meditado.
PEGA a minha mão,não digas nada porque as palavras são desnecessárias e falam demais. Vamos andar juntos para sempre, falando apenas com o silêncio dos nossos olhares que se encontram e se beijam em cada minuto que passa.
Ele é um cientista, eu uma arqueóloga de almas humanas.
Ainda que prefira as flores, as pedras e os animais, eu me detenho naquilo que me forma - dentro para fora e fora pra dentro - e percebo algo sagrado em tudo. Deve ser porque quando observo não penso, apenas me misturo no silêncio das coisas, das coisas da vida ao qual foram esquecidas na superfície da pele ferida.
O que ficou no mundo senão apenas água salgada? invadiu tudo como se quisesse lavar a alma de tudo. TUDO, TUDO.
Nada ainda foi profanado, só a mente, tudo ainda permanece sagrado desde ontem quando acordei e percebi que havia algo além de tudo.Hoje também, mas é só isso que existe.
O sol nascia alegre, as nuvens se moviam devagar e algo de mim parou por alguns instantes. A noite cresceu, o dia surgiu e o sol despontou em seu horizonte, eu vi. Senti támbem, mas deve ser porque em horas assim nós nos permitimos ser. E somos o sagrado que a tudo permeia, nos fundimos com a vasta imensidão do Universo, que diz constantemente ´´psiu, estou aqui, faça silêncio´´.
Não importa se o galo canta na esquina assombrada, se minha mãe ronca no sofá com a tv ligada, se o morcego pia na escuridão, o silêncio não é abalado. Poucos percebem.
Ele dança noite a fora, e me seduz profundamente.
Perco alguns passos, o leite esfria, fico fora do ar por alguns instantes e nos tornamos melhores, amigos depois. Ou sempre, dentro de mim.
Não me invade em mil fragmentos porque sou feliz com a suavidade que tenho. Um copo de vinho derramado e ainda prefiro o leite puro e branco, se vc entender isso.
O silêncio, em seus barulhos, é tambem puro.
Eu quero você, eu quero eles, que quero o abraço mais tenro como a noite que chega, me seduz e me acalenta - sintetizados numa ausência de barulhos desnecessários.
Eu quero os grilos a cantarem em seu maravilhoso festival todas as noites. Sinto tudo como se fosse sagrado, e nada pagará por isso.
Fico aqui, não me detenho, vou mais além. Eu corro, eu grito, as vezes sou triste, mas ainda fico numa serenidade como aquela do oceano azul sem fim. É O SILÊNCIO de tudo que me faz refém dentro de um paradoxo ambulante num texto sem sentido.
Posso te falar de verdades nunca concebidas, posso te dar um beijo de despedida, posso te dar uma pedra fosca furada, mas nada substituirá a minha mudez de intervalos mal intercalados, do meu silêncio meditado.
PEGA a minha mão,não digas nada porque as palavras são desnecessárias e falam demais. Vamos andar juntos para sempre, falando apenas com o silêncio dos nossos olhares que se encontram e se beijam em cada minuto que passa.
domingo, janeiro 13, 2008
Do EU PARA O EU.
Navegas em algas claras e calmas, sem temores. Não há monstros marinhos nem ventanias a temer.
Navega ao teu rumo com esperança e paz, e assim chegarás.
Acompanharei-te aonde quer que vás, e estarás seguro.
Continua, o oceano da vida não terminou.
Por Favor, sinta-se amado.
Navega ao teu rumo com esperança e paz, e assim chegarás.
Acompanharei-te aonde quer que vás, e estarás seguro.
Continua, o oceano da vida não terminou.
Por Favor, sinta-se amado.
Escutem
(não consigo add o vídeo, então vai o link mesmo!)
http://br.youtube.com/watch?v=I7DSEX3MuD4
Ahhhhh essa música...tão linda.
http://br.youtube.com/watch?v=I7DSEX3MuD4
Ahhhhh essa música...tão linda.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Deixe
Deixe que o sorriso permaneça e o abraço seja caloroso, te reconforte.
Deixe saber amar e ser amado sem dividir teorias sobre frivolidades da vida que adormeçe lá fora.
Deixe a calma levar o teu barco ao sol nascente, pois ele nasce para todos!.
Aquece teu coração e ficas nele, sempre.
Está em ti a felicidade, a alegria e tudo que possas imaginar, és sagrado como todas as coisas que habita neste planeta.
Está em ti e nada mais importa, não esqueca!
A dura couraça que um dia poderá te proteger e que insistes em carregar, apenas te isola, principalmente de quem um dia poderá ama-lo.
Quebre-a com um sorriso, leve como uma pluma e permaneça na serenidade do dia que amanheçe em ti, iluminando-te.
O que não deverás deixar, no entanto, é de ser a tua essência.
Janeiro, 2008 - Sara Marinho
paz para todos!
Deixe saber amar e ser amado sem dividir teorias sobre frivolidades da vida que adormeçe lá fora.
Deixe a calma levar o teu barco ao sol nascente, pois ele nasce para todos!.
Aquece teu coração e ficas nele, sempre.
Está em ti a felicidade, a alegria e tudo que possas imaginar, és sagrado como todas as coisas que habita neste planeta.
Está em ti e nada mais importa, não esqueca!
A dura couraça que um dia poderá te proteger e que insistes em carregar, apenas te isola, principalmente de quem um dia poderá ama-lo.
Quebre-a com um sorriso, leve como uma pluma e permaneça na serenidade do dia que amanheçe em ti, iluminando-te.
O que não deverás deixar, no entanto, é de ser a tua essência.
Janeiro, 2008 - Sara Marinho
paz para todos!
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Postado no meu LiveJournal.
Posted on 2006.01.15 at 23:28
Eu recolho as minhas mãos das tuas, mas tu ensiste em querer tocá-las, e o fazes com uma delicadeza linda, como se tocasse uma flor miúda. Tuas mãos alvas e longas, mãos de pianista, de poeta, de cavalheiro, estão sempre prontas para dar amor e encantar. Posso dizer que são como peças de cristal.Na verdade, todo o teu ser é encantador. Se eu fosse me entreter em cada detalhe, não sobraria tempo para cada preciosidade. Então fico com tuas mãos. Fico também com os olhos. Quando entrelaças tuas mãos nas minhas, e me olhas com estes olhos de poeta apaixonado, eu esqueco o mundo, e isso me basta- já tenho tudo.
Eu recolho as minhas mãos das tuas, mas tu ensiste em querer tocá-las, e o fazes com uma delicadeza linda, como se tocasse uma flor miúda. Tuas mãos alvas e longas, mãos de pianista, de poeta, de cavalheiro, estão sempre prontas para dar amor e encantar. Posso dizer que são como peças de cristal.Na verdade, todo o teu ser é encantador. Se eu fosse me entreter em cada detalhe, não sobraria tempo para cada preciosidade. Então fico com tuas mãos. Fico também com os olhos. Quando entrelaças tuas mãos nas minhas, e me olhas com estes olhos de poeta apaixonado, eu esqueco o mundo, e isso me basta- já tenho tudo.
Muito
Aurora da vida que se esconde entre os coquerais
um
anjo malvado e safado
que perpetua o lamento dos sentimentos
a
visão deturpada
pouco sofrimento
mas
muito pessimismo...
um
anjo malvado e safado
que perpetua o lamento dos sentimentos
a
visão deturpada
pouco sofrimento
mas
muito pessimismo...
Interrogativas
No início éramos apenas moléculas e depois átomos de uma mesma fonte que nunca saberemos de onde e como surgiu. Hoje, achamos que somos uns melhores que os outros. Grande merda colorida. Alguns vivem a vida como uma Big Fat Lie. Como suportam?
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Há
Eu sou a cor amarela, pintada no quadro ainda branco, sem idéias, sem simetria, sem pensamentos.
Coloque-me do lado de dentro, eu estou pronta, não há sacrificios e eu estou bem.
Há tanta simplicidade percorrendo o meu espírito, me pego constantemente avaliando a perfeita superficie da minha pele. Detenho-me do lado de fora.
O que há dentro, entretanto?
Sem engenhosidade e serenidade, nada mais. SEm vaidade, me redescubro, me busco num auto-conhecimento e me volto para dentro - esqueço o mundo.
E o que é o mundo senão eu? o que são as pessoas senão eu?
Percebo, então, que além das flores há eu, e nesse EU, há o mundo e NADA mais.
Sendo o que realmente sou, estou pronta.
Não precisa pedir para amar-me.
"Oh, bendita simplicidade, que apreende com presteza o que a engenhosidade, exausta a serviço da vaidade, apenas pode apreender lentamente." (Soren Kierkegaard)
Coloque-me do lado de dentro, eu estou pronta, não há sacrificios e eu estou bem.
Há tanta simplicidade percorrendo o meu espírito, me pego constantemente avaliando a perfeita superficie da minha pele. Detenho-me do lado de fora.
O que há dentro, entretanto?
Sem engenhosidade e serenidade, nada mais. SEm vaidade, me redescubro, me busco num auto-conhecimento e me volto para dentro - esqueço o mundo.
E o que é o mundo senão eu? o que são as pessoas senão eu?
Percebo, então, que além das flores há eu, e nesse EU, há o mundo e NADA mais.
Sendo o que realmente sou, estou pronta.
Não precisa pedir para amar-me.
"Oh, bendita simplicidade, que apreende com presteza o que a engenhosidade, exausta a serviço da vaidade, apenas pode apreender lentamente." (Soren Kierkegaard)
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Palavra

Há sempre a cura, de alguma forma, para tudo aquilo que um dia foi quebrado.
Não chore, tudo está bem, tudo ficará bem.
Não importa se o vizinho morreu - era a hora. Não importa se seu filho ficou gravamente doente.
Realmente não importa porque não há necessidade de se apegar ao sofrimento, para que?
Viva a dor mas não se apegue a ela, porque assim como alguém nasce é preciso entender que tudo também um dia irá morrer. E se modificar também.
Há alguem sempre perto, ajudando, não importa. Você será sempre ajudado e nunca estará sozinho.
Eu disse Nunca, acredite.
Não importa quem seja, desejo-lhe o mais profundo amor. Sinta-se amado!
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