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Não, me leva. Não me deixa aqui, por favor. Me puxa pela mão e me salva. Ainda sou uma menininha frágil fora de controle, fugindo de lobos perigosos. Ainda me sinto perdida nesse mundo vermelho, cheio de raiva e poeira. Ainda preciso dos teus braços a me envolver em uma mágica que me aquece. Ainda preciso acreditar que sou humana, que vejo humanos. Sem manipulação, sem mentiras, sem destruição. O que eu falo é verdade, eu tenho um lado fragil, todos nós temos. Mas parece que, agora, ele quer fazer parte diariamente da minha vida, embora eu tente tornar-me aquela mulher que meu corpo indica diante o espelho.
Algo que nunca morre: eu amo mesmo no ódio. amo porque sou feita dele. amo porque mesmo na mentira, ele sobrevive. amo mesmo, mesmo, mesmo. Mesmo que as tuas teorias frívolas tentem destruir isso..
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