quinta-feira, abril 01, 2010

Expressando o´´ foda-se´´ de maneira extensa.

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Os filhos-da-puta nunca sabem o que são. Não há memórias de uma certa postura sensata sobre o mundo, não há um certo teor de romantismo em seus poros. São mentiras desenhadas em papeis burgueses e manipulados por programas falsos.
São como arte falsa, sem alma, sem noção da correnteza do rio e de sua força. Tampouco caminham sobre a estrada da competência humana - por que, talvez, lhes falte uma certa esperteza emocional. Não, filhos-da-puta nunca serviram para nada, nem para si mesmos. São indivíduos que vegetam, não se recriam, não embalam presentes de aniversário, são apenas afiados em questões de apontar o dedo e derramar o lixo que se escondem na superfície de suas emoções.
Sim, eu conheço um filho-da-puta (ou melhor, vários) e ele é inteiramente colorido, adornado de pisca-piscas como uma árvore de natal, e vê em si arte ´´das boas´´.
Nunca foi um companheiro, nunca ousou estudar as mentiras para avaliar as verdades. Sempre foi mestre em excluir os campos de centeio que possivelmente poderiam surgir em seu interior.
Para uma ´´inverdade´´ extremamente cruel, eu não apresento tipo algum de condolescencia, eu pego uma panela, coloco a minha critica, o meu lado amargo e reinvento os fatos e exponho a minha verdade. Por que são raras as pessoas peritas em avaliar os fatos de um modo sóbrio.
E se a verdade for luminosa, que se fale aos quatros cantos do mundo; dentro de mim jamais sobra a delicadeza de não observar emoção alheia ( seja esta boa ou ruim)
o resto, nunca me importou.

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