DESENHO FEITO POR MIM A ALGUNS DIAS ATRÁS. Gostei tanto dele que resolvi postar.
Deve ser um olhar triste incontido, gosto de semblantes melancólicos.
O cabelo ainda precisa ser pintado, eu fiz uns rabiscos com o lápis aquarela e não terminei.
Anyway, pena que não posso dar muito tempo ao lado artístico por que estudar Medicina me toma muito o tempo, a minha sanidade e o meu lado criativo. Bad at all. Não sei como fui me meter em uma bipolaridade tão louca assim, afinal, arte e ciência se complementam, certo? Não sei. Acho que psicologia e filosofia ainda combinariam mais comigo, há calor nisso.
( mas ainda irei arranjar tempo para aprender a tocar piano).
Um comentário:
Sarita,
fascinado pelas "humanidades" (filosofia, história, sociologia, antropologia, semiologia, etc)que me moldaram nos tempos de seminário, durante a minha juventude, também passei por esse mesmo cruel conflito, pois toda escolha implica em renúncias definitivas ou provisórias, que repercutem por toda a vida, deixando marcas ou sequelas indeléveis, no corpo, na psiké e na alma! Tenho a maior admiração pelos médicos, pois cuidam do que é mais precioso: a vida humana, o ser humano! Vida: o único e maior de todos os bens. É possível descobrir (e apreciar) a beleza da alma humana na beleza e higidez do corpo humano, pois não podemos alcançar as coisas essenciais/invisíveis a não ser por meio das coisas visíveis, existentes no tempo e no espaço, como ensina Aristóteles: "Nada chega ao intelecto (razão)sem que tenha passado antes pelos sentidos" (nihil fuerit in intelectu quod prius non fuerit in sensus. Coragem, filha, coragem; este é o tempo (o teu tempo) de semear, plantar; é um tempo por vezes duro, sacrificante, penoso, dilacerante, conflituoso, mas passageiro e promissor, pois quando menos esperares chegará a hora da colheita, que te dará alegria e prazer, felicidade e paz, que só conhece aquele que lutou pelos seus ideais e valores.Adorei tuas poesias-prosas. Teu véio pai quase-sexagenário!
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