A música lentamente caminha pelos corredores brancos e longos,
tenta entrar em portas fechadas do meu coração.
Conturba-me como uma batida mal feita, doente
e equilíbra a acidez que por horas ,
corroe os meus mais tempos decorridos de sol.
O que eu saberei hoje por vc, que não poderei saber amanhã?
em um tempo mal criado, que nasceu aos 7 meses de uma gestação
sem alegrias?
ou o que poderei chorar e rastejar só para sussurrar em teu ouvido
e dizer que sim, eu me importo profundamente?
O que roubas não é a verdade, é só mais uma teoria de um livro mental
ao qual não podes definir se é o que tu és, porque isso, se não sabes,
só provém de ti mesmo.
Não é como a lua que esparrama seu brilho sobre o mar, como lama de ouro,
você só precisa acreditar em um serenidade interminável, em sua força de rosa caleijada
e nada mais.
Porque a rosa nunca, em seu amâgo, poderá ser caleijada, só o teu ego.
Porque o tempo não pára só para escutar o seu lanto emocional, e o que passou não volta jamais para ferir o teu coração - ele na verdade já é como uma fênix
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