ELA grita -
Hey, procura dentro de mim uma arma. Investigue nas delegacias se eu fui feita para ferir. Me roga uma praga, diz que me odeia, mas me deixa em paz. Nao persiga os rastros de sangue, nao provoque uma armadilha, nao diga que nao houve piedade mascarada ao seu redor - sua mente nao trabalha a favor da correnteza delirante
. Nao roube as paisagens dos meus olhos para pintar os seus quadros, as curvas das suas mentiras nunca me agradaram. Eu nao posso mata-lo, alguem que nunca existiu nao pode morrer.
Me rasga devagar e perfura a minha alma e olha, olha profundamente dentro de mim e mira se hà algo dogmatico e cinzento dormindo dentro do meu corpo.
SE por mais adiante, o odio ainda te corroer, pode ter certeza que entre porcos chauvinistas, houve uma pèrola, e ai estava a minha pessoa.
Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração (Antoine de Saint-Exupéry)
segunda-feira, novembro 30, 2009
quarta-feira, novembro 25, 2009
Um amor, dois amores.
w
É, sobretudo, quando acordo, que escuto o teu nome. E teu semblante, cravado em meu peito, parece com o céu. Lembro-me entáo da tua face, devota ao mais puro amor, e de teus olhos, que jamais condenam uma flor.
Tuas sílabas, em tua voz de flauta, passeiam pela manha tímida, entrando pelas minhas cortinas. E o calor da tua alma parece viajar desde longe para ficar ao lado meu; é nesse momento, entao, que eu respiro, e crio vida.
E o cansaço atordoante, que criara pernas e me perseguia, já nao mais existe. O amanha encontra significado em meios às perguntas complicadas e cinzas criadas em meu cerne. Encolho-me em teus braços macios e ternos, sinto a tua alma. Perco-me nas batidas do teu coracao iluminado.
É, sobretudo, quando acordo, que escuto o teu nome. E teu semblante, cravado em meu peito, parece com o céu. Lembro-me entáo da tua face, devota ao mais puro amor, e de teus olhos, que jamais condenam uma flor.
Tuas sílabas, em tua voz de flauta, passeiam pela manha tímida, entrando pelas minhas cortinas. E o calor da tua alma parece viajar desde longe para ficar ao lado meu; é nesse momento, entao, que eu respiro, e crio vida.
E o cansaço atordoante, que criara pernas e me perseguia, já nao mais existe. O amanha encontra significado em meios às perguntas complicadas e cinzas criadas em meu cerne. Encolho-me em teus braços macios e ternos, sinto a tua alma. Perco-me nas batidas do teu coracao iluminado.
O doce.
e
teu males, teu ares
teus encantos, teu cantos
Doloridos, mas furtivamente bonitos
me encantam
Tuas maos em vao, levam-me ao
universo que em teus olhoss refletem.
Meu corpo, dentro do teu toque, segue a procissao
devota ao teu coracao.
Tao quente e doce, febrilmente pulsa em emocao
como as velas tremeluzentes da minha paixao.
teu males, teu ares
teus encantos, teu cantos
Doloridos, mas furtivamente bonitos
me encantam
Tuas maos em vao, levam-me ao
universo que em teus olhoss refletem.
Meu corpo, dentro do teu toque, segue a procissao
devota ao teu coracao.
Tao quente e doce, febrilmente pulsa em emocao
como as velas tremeluzentes da minha paixao.
terça-feira, novembro 17, 2009
My heart.
Tu es um menininho azul assustado, mas com uma invencivel vontade de amar. Do lado esquerdo, numa rua sem fim, mora um coracao que pulsa sangue doce e eu posso escuta-lo aqui, ao longe. Teu ser brilha em gloria, ilumina como os postes numa rua escura. A tua luz possui ainda a mais gloriosa existencia - vc aquece tudo ao seu redor. Teus sonhos, teus enredos e tuas preces sao pedras preciosas de uma beleza rara e inusitada. Nao cabe em ti o odio, apenas uma capacidade de amar livremente. Que permanecas eternamente doce, como o sangue que pulsa por tuas veias, dando-te vida e calor ao teu coracao.
terça-feira, novembro 03, 2009
A liberdade è azul
trago o teu corpo junto ao meu e,
sobretudo,
o teu jeito azul de ser
tomo a minha liberdade e a te dou de presente,
podes inteiramente voar ao que almejas.
Nos meus braços posso abrigar a tua alma colorida,
contemplar o teu silencio de ouro
e o teu misterio de luz.
a minha alma colou na tua pra nunca mais viajar em
dor
Na alegria, somente, ele pulsa.
e na cor do arco iris nos perdemos,
na terra viva
que os teus olhos refletiam,
eu provei o mai puro sentimento
e atè entao, trago o teu corpo junto ao meu
eu só te peço, meu amor,
que nao me traga de volta
Te quero com uma febril lliberdade amorosa que me faz
chorar.
O teu amor voraz e puro é sublime com os anjos do céu.
E os teus braços ainda parecem dançar ao redor do meu corpo
tamanho foi o calor do teu toque.
sobretudo,
o teu jeito azul de ser
tomo a minha liberdade e a te dou de presente,
podes inteiramente voar ao que almejas.
Nos meus braços posso abrigar a tua alma colorida,
contemplar o teu silencio de ouro
e o teu misterio de luz.
a minha alma colou na tua pra nunca mais viajar em
dor
Na alegria, somente, ele pulsa.
e na cor do arco iris nos perdemos,
na terra viva
que os teus olhos refletiam,
eu provei o mai puro sentimento
e atè entao, trago o teu corpo junto ao meu
eu só te peço, meu amor,
que nao me traga de volta
Te quero com uma febril lliberdade amorosa que me faz
chorar.
O teu amor voraz e puro é sublime com os anjos do céu.
E os teus braços ainda parecem dançar ao redor do meu corpo
tamanho foi o calor do teu toque.
segunda-feira, outubro 05, 2009
Percebes?
O corpo, quando é ferido por dentro, expulsa água dos olhos e você chora. E lava a alma. Mas quando isso não acontece, os bolores aparecem e você fica azedo como um leite fora da validade. Não é uma regra, mas é um fato: o corpo grita de tantas maneiras, ou se expressa de várias maneiras na tentativa de existir com liberdade. Não só o corpo, mas o conjunto dele : a alma, as enzimas, as reações, os átomos. Como se fossemos um relógio, onde um mecanismo puxa o outro, em perfeita sincronia.
Em uma linguagem sutil, os sinais aparecem - dores, febre, alergias. Nem sempre escutamos.
Pudera! se não estamos atentos as necessidades dos nossos semelhantes, imagine da nossa biologia e além das plantas. Ignorar impera em quase todos os modos, é quase tão catatonico e cruel!
Eu não sei se o homem ainda acredita em algo chamado de ´´ escutar o coração´´, o que toca hoje é que virou moda criar rôbos. Mas esquecemos também que máquinas podem enferrujar e quebrar. Na verdade, isso só parece real quando se usa um estetoscopio. Mas o coração não é envolto apenas de músculos, veias e arterias - ele vai além, muito além e profundamente além do que podemos imaginar.
Mas continuamos no passo do materialismo e racionalismo extremo, e tudo o que pode ser extremo, corre o risco de excluir pequeninas coisas essenciais. Coisas que não podem receber um nome por serem grandiosas. Coisas que são nomeadas por palavras fofinhas e banalizadas. Coisas que são abstratas nas gramáticas, mas mais poderosas e concretas que a fé pregada com culpa nas Igrejas.
Eu sei que eu tenho um corpo, e que eu não sou ele. Mas enquanto o tenho, ele é o meu santuário. Mas ele não se resume à verdade : humano algum pode ser só um belo pedaço de carne.
Em uma linguagem sutil, os sinais aparecem - dores, febre, alergias. Nem sempre escutamos.
Pudera! se não estamos atentos as necessidades dos nossos semelhantes, imagine da nossa biologia e além das plantas. Ignorar impera em quase todos os modos, é quase tão catatonico e cruel!
Eu não sei se o homem ainda acredita em algo chamado de ´´ escutar o coração´´, o que toca hoje é que virou moda criar rôbos. Mas esquecemos também que máquinas podem enferrujar e quebrar. Na verdade, isso só parece real quando se usa um estetoscopio. Mas o coração não é envolto apenas de músculos, veias e arterias - ele vai além, muito além e profundamente além do que podemos imaginar.
Mas continuamos no passo do materialismo e racionalismo extremo, e tudo o que pode ser extremo, corre o risco de excluir pequeninas coisas essenciais. Coisas que não podem receber um nome por serem grandiosas. Coisas que são nomeadas por palavras fofinhas e banalizadas. Coisas que são abstratas nas gramáticas, mas mais poderosas e concretas que a fé pregada com culpa nas Igrejas.
Eu sei que eu tenho um corpo, e que eu não sou ele. Mas enquanto o tenho, ele é o meu santuário. Mas ele não se resume à verdade : humano algum pode ser só um belo pedaço de carne.
quarta-feira, setembro 30, 2009
Fruto.
u
Carola era tão rosa, seus lábios sempre tão vermelhos e vivos, brilhavam no sol forte. Suas bochechas pareciam perolas recem- nascidas no fundo do oceano mais profundo, e o seu segredo revelava-se quando ela sorria e ficava corada como um morango. Tão ingênua e tão altiva, que quase podia alçar vôo de encontro ao seu destino -que vento a tinha trazido tão alegremente?
Seus sapatos estavam sempre sujos - ela passava as tardes nas selvas de terra batida de sua casa; descobria-se ante as cortinas de um mundo onde ela ousava criar todo dia. E as descobertas quando não eram doces, poderiam ser amargas como um chocolate amargo, mas não intragavéis. Como crescer. Crescer assustava. Seus pais não pareciam alegres com tanto corpo e coisas sérias a se fazer, e estavam sempre reclamando. Era tão diferente do seu mundo doce, tranquilo e feliz. Crescer parecia como perder a cor e a roupa pura que os bebes nasciam. Ardente, dificil, sofrido. Ou talvez não, esse sentimento poderia ser apenas fruto do medo arranhado as paredes de seus pensamentos.
(to be continued)
Carola era tão rosa, seus lábios sempre tão vermelhos e vivos, brilhavam no sol forte. Suas bochechas pareciam perolas recem- nascidas no fundo do oceano mais profundo, e o seu segredo revelava-se quando ela sorria e ficava corada como um morango. Tão ingênua e tão altiva, que quase podia alçar vôo de encontro ao seu destino -que vento a tinha trazido tão alegremente?
Seus sapatos estavam sempre sujos - ela passava as tardes nas selvas de terra batida de sua casa; descobria-se ante as cortinas de um mundo onde ela ousava criar todo dia. E as descobertas quando não eram doces, poderiam ser amargas como um chocolate amargo, mas não intragavéis. Como crescer. Crescer assustava. Seus pais não pareciam alegres com tanto corpo e coisas sérias a se fazer, e estavam sempre reclamando. Era tão diferente do seu mundo doce, tranquilo e feliz. Crescer parecia como perder a cor e a roupa pura que os bebes nasciam. Ardente, dificil, sofrido. Ou talvez não, esse sentimento poderia ser apenas fruto do medo arranhado as paredes de seus pensamentos.
(to be continued)
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