segunda-feira, novembro 30, 2009

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ELA grita -


Hey, procura dentro de mim uma arma. Investigue nas delegacias se eu fui feita para ferir. Me roga uma praga, diz que me odeia, mas me deixa em paz. Nao persiga os rastros de sangue, nao provoque uma armadilha, nao diga que nao houve piedade mascarada ao seu redor - sua mente nao trabalha a favor da correnteza delirante
. Nao roube as paisagens dos meus olhos para pintar os seus quadros, as curvas das suas mentiras nunca me agradaram. Eu nao posso mata-lo, alguem que nunca existiu nao pode morrer.
Me rasga devagar e perfura a minha alma e olha, olha profundamente dentro de mim e mira se hà algo dogmatico e cinzento dormindo dentro do meu corpo.
SE por mais adiante, o odio ainda te corroer, pode ter certeza que entre porcos chauvinistas, houve uma pèrola, e ai estava a minha pessoa.

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