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Algumas coisas do mundo moderno são tristes demais. Não sei que termo dar a não ser COISA, pois este define mesmo o que quero expressar. É como se fosse algo abominável, sem cor, calor. Algo desprovido de compaixão. Algo rico de rótulos, de formas e vazio em conteúdo e verdade.
O mais incrível é que esta COISA é gerada por humanos, no ventre das nossas mentes; tenho visto os partos delas sem desejar ser a obstreta de todas.Depois do Big Bang, esse fato tem sido estupidamente explosivo socialmente.
Não sei se posso colocar o perdão no meio, pois, afinal, parece que com tanto tempo para se aprender, não estabelecemos premissas indispensáveis. Mas um dever maior, o chamado Compreensão, me chama. E, então o coloco em prática, para que não me afogue no mesmo buraco ao qual encontro o meu cenário.
Tem sido condenado valores nobres, como sentimentos, emoções, lágrimas, sorrisos, devaneios, palavras doces: o frio no rosto da pessoas tem sido como um vírus que entra pelos poros e paraliza faces. O mendigo da esquina é o único que expressa alguma coisa em sua face.
Não defendo aqui nenhum motivo adolescente, o proposito aqui não é exatamente condenar ou defender. É algo como gritar à plemos pulmões que tem algo errado em não ser Humano, e apoiar a miserável modinha de tolher os sentimentos.
É, virou moda tolher os sentimentos, e não sei porque bulhufas esses humanos não entregam os seus corpos para fabricarem rôbos. Não sei porque tornaram-se como os psicopatas, ou pior que eles. Não sei porque não podem criar um pouco de sensibilidade.
Não é questão de ´´Eu sou assim´´. Ser o que não é , não é indicador de presença de personalidade formada, é ausência dela. É, também, questão de cumprir um papel que todo ser humano, com sentidos tão nobres e com um cerebro tão avantajado, deveria possuir.
Somos brilhantes no raciocínio mas pecamos nas emoções, e a razão engole não só as mentes das pessoas, mas como também consome o oxigenio do cérebro das pessoas.
Quantas pessoas esqueceram de tirar o gesso de seus corações no consultório do ortopedista?
É tão violento não ser o que se é!.
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