Júlia tornava-se incongruente a medida que expandia seus olhares ao mundo, que se mostrava sem limites através de suas vastas janelas. Sem dores gritantes e apenas uma enorme coragem colorida, ela pulsava como uma rosa em vermelho escarlate em meio ao jardim, tão linda e esplendorosamente ofuscante.
Feita de curvas e cristais brutos, uma incerta docilidade sem pudor guiava a sua interna criação de si mesmo. Se aumentasse o som de sua voz, poderia causar estrago à harmoniosa existencia a surgir como um anjo suave.
Absolutamente julho frio e Júlia calorosa em trilhos cobertos de neve a pensar fervorosamente, criando imagens coloridas numa tentativa de cobrir grande espaço branco e frio a surgir na sua frente, como uma velha tv em preto e branco.
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