Veja, eu realmente não sei. Talvez ainda saiba. Saber pra que? Quando as pessoas tentam ser pontos num final de frase ridículo, quero ser vírgula.Não, eu não sou. EU nunca fui o produto colorido de supermercado ao qual vc passa, olha superficialmente.Mais e muito mais; borboleta azul de alma cristal, voa desvairada entre teus cabelos - não há nada senão o que há aqui dentro. E o paraíso eu descobri atras do arco-íris ilusório. Perdi, cai e quando levantei perdi o medo. Encontrei, estava aqui.Quero voltar para casa sem as asas quebradas; e eu estou tão em paz que tudo à minha volta realmente não importa. Sem nada, sem apego, sem vergonha, sem raiva, sem medo. É preciso olhar o sol como ele realmente é.
Mas eu não sei de nada.
SÓ DE TUDO.
É isso que incomoda.
Fiquem na paz.
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