Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração (Antoine de Saint-Exupéry)
segunda-feira, agosto 31, 2009
Conheça
O intuito não é jogar uma pedra, é tocar. Palavras verdadeiras surgem de uma fonte pura, e não foram feitas para ferir. Não há, ao menos, alguma tentativa de prepotência na minha existencia como escrivã. Escrever é, para mim, entender quem eu sou; procurar no horizonte algum espelho que eu possa refletir a minha alma. E eu a toco. Ganhando ou não, nada mudará aqui dentro pois eu continuo sendo de alma para o corpo, ainda que eu apresente algum despudor fora de linha. Minhas palavras não são como prostibulos - elas são puras como quem as escreve: pureza de carater.
domingo, agosto 30, 2009
beloved.
´´Nossa tarefa no plano físico é aprender. Aprender no sentido mais amplo, mais ilimitado: aprender a amar. Amar os outros e a nós mesmos.
Esse é o conhecimento que nos torna divinos.Você é maior que seu corpo, maior do que sua mente. Você é maravilhoso ser de luz e amor, imortal e eterno. Você é maior do que seus medos, do que sua ansiedade, seus rancores e preocupações.
Você é maior até mesmo do que o seu sofrimento. Você está sempre rodeado de amor, um amor que pode protegê-lo e confortá-lo.
Que pode alimentá-lo e lhe oferecer realizações. E você pode visualizar o amor que o circunda. Pode reencontrá-lo nas profundezas do seu próprio eu, na sua imensidão interior, de onde você conseguirá sempre olhar o mundo e sentir-se capaz de torná-lo um lugar mais feliz para você e para os demais.´´
Esse é o conhecimento que nos torna divinos.Você é maior que seu corpo, maior do que sua mente. Você é maravilhoso ser de luz e amor, imortal e eterno. Você é maior do que seus medos, do que sua ansiedade, seus rancores e preocupações.
Você é maior até mesmo do que o seu sofrimento. Você está sempre rodeado de amor, um amor que pode protegê-lo e confortá-lo.
Que pode alimentá-lo e lhe oferecer realizações. E você pode visualizar o amor que o circunda. Pode reencontrá-lo nas profundezas do seu próprio eu, na sua imensidão interior, de onde você conseguirá sempre olhar o mundo e sentir-se capaz de torná-lo um lugar mais feliz para você e para os demais.´´
segunda-feira, agosto 24, 2009
Fome da Verdade.
m

O que tem sido inferior, na verdade, é o que o homem tem feito com a virtude inata que deveria existir dentro de si. O que alcançamos com tantos avanços tecnológicos e um ego gordo? Olhando por tantos angulos agora, eu sei que a ignorância desse valor tem atingido e atingiu várias pessoas de inúmeras maneiras.
Ela repousa como o medo, como a fome, como a sensação de inferioridade. Ela repousa impiedosamente nas capas de revistas mais mentirosas do planeta. O mais espantoso disso tudo é que agarramo-nos a valores que apenas nos fazem tolher o coração - somos feridos pelo que nos guia. É como seguir o Hitler que surge dentro de nós, é como querer viver com a Rainha gritando no seu ouvido ´´Cortem-lhe a cabeça´´!. E você tampouco é um elfo, mas sente vergonha da sua raça. Não falta algo?
O medo da sensação de sair da linha, de ser um rebelde, de acordar, faz com que as pessoas mergulhem no orgulho, ou em uma auto-indugência, e não percebam que estão se auto-mutilando.Você não precisa apanhar um pedaço de pão velho, na verdade, você come a ansiedade que deveria estar sendo pisada, mas ela te torna obeso - de idéias alucinantes e incongruentes.
Você se alimenta muitas vezes sem se nutrir do que realmente pode ser essencial não somente ao seu corpo, mas à sua alma, à consciência. O lado que não pode ser tocado, o abstrato, é algo que precisa surgir no mundo como um concretismo que brilhe na mente das pessoas.
Mas a mente das pessoas está impregnada com o que pode ser de mais negativo - a culpa, a raiva, a vergonha, o despudorismo.
Apontamos o que é feio, o que é rico, o que é podre mas não percebemos que somos todos farinha do mesmo saco, voltaremos ao pó igualmente. A feiura, a abundância e todos os valores efêmeros, são como adornos de um sonho que a qualquer momento pode acabar e nos tira a felicidade.
Mas, se fossemos tão sábios assim, saberiamos dar valor ao pomposo cérebro que temos. A tocar dentro de nós algo MAIS real e verdadeiro e permanecer . Saberiamos quebrar preconceitos antes de tentar quebrar um átomo. Mas não quebramos os erros nem a ilusão da superficie - não sabemos, no entanto, que a tensão superficial da água nao pode ser tão forte assim.
O que quebra a adesão das moléculas pode ser comparada à ilusão que rompe o elo de amor que quebramos todos os dias com os nossos semelhantes.

O que tem sido inferior, na verdade, é o que o homem tem feito com a virtude inata que deveria existir dentro de si. O que alcançamos com tantos avanços tecnológicos e um ego gordo? Olhando por tantos angulos agora, eu sei que a ignorância desse valor tem atingido e atingiu várias pessoas de inúmeras maneiras.
Ela repousa como o medo, como a fome, como a sensação de inferioridade. Ela repousa impiedosamente nas capas de revistas mais mentirosas do planeta. O mais espantoso disso tudo é que agarramo-nos a valores que apenas nos fazem tolher o coração - somos feridos pelo que nos guia. É como seguir o Hitler que surge dentro de nós, é como querer viver com a Rainha gritando no seu ouvido ´´Cortem-lhe a cabeça´´!. E você tampouco é um elfo, mas sente vergonha da sua raça. Não falta algo?
O medo da sensação de sair da linha, de ser um rebelde, de acordar, faz com que as pessoas mergulhem no orgulho, ou em uma auto-indugência, e não percebam que estão se auto-mutilando.Você não precisa apanhar um pedaço de pão velho, na verdade, você come a ansiedade que deveria estar sendo pisada, mas ela te torna obeso - de idéias alucinantes e incongruentes.
Você se alimenta muitas vezes sem se nutrir do que realmente pode ser essencial não somente ao seu corpo, mas à sua alma, à consciência. O lado que não pode ser tocado, o abstrato, é algo que precisa surgir no mundo como um concretismo que brilhe na mente das pessoas.
Mas a mente das pessoas está impregnada com o que pode ser de mais negativo - a culpa, a raiva, a vergonha, o despudorismo.
Apontamos o que é feio, o que é rico, o que é podre mas não percebemos que somos todos farinha do mesmo saco, voltaremos ao pó igualmente. A feiura, a abundância e todos os valores efêmeros, são como adornos de um sonho que a qualquer momento pode acabar e nos tira a felicidade.
Mas, se fossemos tão sábios assim, saberiamos dar valor ao pomposo cérebro que temos. A tocar dentro de nós algo MAIS real e verdadeiro e permanecer . Saberiamos quebrar preconceitos antes de tentar quebrar um átomo. Mas não quebramos os erros nem a ilusão da superficie - não sabemos, no entanto, que a tensão superficial da água nao pode ser tão forte assim.
O que quebra a adesão das moléculas pode ser comparada à ilusão que rompe o elo de amor que quebramos todos os dias com os nossos semelhantes.
segunda-feira, agosto 10, 2009
terça-feira, agosto 04, 2009
Passos.
Espelhos de minha alma que pela manhã surgem gritantes
em piruetas mil, fazendo- me doce e furtiva.
Despudorada de tristezas, busco-os sonolenta e encontro-os a dançar sobre minhas cortinas coloridas.
Olham-me, são travessos, falam-me em mil linguas coloridas.
Contam-me segredos de amor jamais escutadas por humanos, e eu sei.
Eu permaneço sabendo da verdade através de meus olhos que enxergam além do óbvio, não escorre entre meus dedos como areia fina e mortal.
Pequena, um pouco amarga e muito doce.
Mas o doce que, de ingerido em demasia poderá fazer-te mal. Mas continuo.
E permaneço, permito-me amar aos que dizem ´´eu te amo´´ e não são correspondidos.
E aos que, incrivelmente, como rosas murchas, não podem entender o mecanismo de ir além de palavras.
Reflete-se o amanhã glorioso, despudorado e amaldiçoado - a futilidade não está em mim senão naquele que reflete suas palavras à minha doce alma.
Mas continuo a amar cambaleante, mesmo que congelada pelo mundo high tech,
é tudo o que me resta.
em piruetas mil, fazendo- me doce e furtiva.
Despudorada de tristezas, busco-os sonolenta e encontro-os a dançar sobre minhas cortinas coloridas.
Olham-me, são travessos, falam-me em mil linguas coloridas.
Contam-me segredos de amor jamais escutadas por humanos, e eu sei.
Eu permaneço sabendo da verdade através de meus olhos que enxergam além do óbvio, não escorre entre meus dedos como areia fina e mortal.
Pequena, um pouco amarga e muito doce.
Mas o doce que, de ingerido em demasia poderá fazer-te mal. Mas continuo.
E permaneço, permito-me amar aos que dizem ´´eu te amo´´ e não são correspondidos.
E aos que, incrivelmente, como rosas murchas, não podem entender o mecanismo de ir além de palavras.
Reflete-se o amanhã glorioso, despudorado e amaldiçoado - a futilidade não está em mim senão naquele que reflete suas palavras à minha doce alma.
Mas continuo a amar cambaleante, mesmo que congelada pelo mundo high tech,
é tudo o que me resta.
Profusão.
As folhas verdes, refletindo a luz, a tarde ensolara e calma.
Onde estou?
A vida parece ir embora aos poucos segundos do relógio que ri para mim de modo berrante.
Meu fôlego as vezes se agita, contrastando com a euforia da alegria que grita ; permaneço viajando em meus labirintos como uma pequena criatura frágil que tenta transformar ferro em cristais.
Eu tenho gritado ´´eu quero as minhas asas de volta´´ mas eles não escutam, apenas observam, e eu morro lentamente sufocada, sem glórias roubadas em meu peito.
Em que estrela estarei para brilhar? que amor poderei dar, senão o que se esconde tão sorrateiramente aqui dentro? já não sei o que sou, meus espelhos quebrados não me falam mais as verdades. Tudo sumiu tragado por águas violentas.
Onde estou?
A vida parece ir embora aos poucos segundos do relógio que ri para mim de modo berrante.
Meu fôlego as vezes se agita, contrastando com a euforia da alegria que grita ; permaneço viajando em meus labirintos como uma pequena criatura frágil que tenta transformar ferro em cristais.
Eu tenho gritado ´´eu quero as minhas asas de volta´´ mas eles não escutam, apenas observam, e eu morro lentamente sufocada, sem glórias roubadas em meu peito.
Em que estrela estarei para brilhar? que amor poderei dar, senão o que se esconde tão sorrateiramente aqui dentro? já não sei o que sou, meus espelhos quebrados não me falam mais as verdades. Tudo sumiu tragado por águas violentas.
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