Espelhos de minha alma que pela manhã surgem gritantes
em piruetas mil, fazendo- me doce e furtiva.
Despudorada de tristezas, busco-os sonolenta e encontro-os a dançar sobre minhas cortinas coloridas.
Olham-me, são travessos, falam-me em mil linguas coloridas.
Contam-me segredos de amor jamais escutadas por humanos, e eu sei.
Eu permaneço sabendo da verdade através de meus olhos que enxergam além do óbvio, não escorre entre meus dedos como areia fina e mortal.
Pequena, um pouco amarga e muito doce.
Mas o doce que, de ingerido em demasia poderá fazer-te mal. Mas continuo.
E permaneço, permito-me amar aos que dizem ´´eu te amo´´ e não são correspondidos.
E aos que, incrivelmente, como rosas murchas, não podem entender o mecanismo de ir além de palavras.
Reflete-se o amanhã glorioso, despudorado e amaldiçoado - a futilidade não está em mim senão naquele que reflete suas palavras à minha doce alma.
Mas continuo a amar cambaleante, mesmo que congelada pelo mundo high tech,
é tudo o que me resta.
em piruetas mil, fazendo- me doce e furtiva.
Despudorada de tristezas, busco-os sonolenta e encontro-os a dançar sobre minhas cortinas coloridas.
Olham-me, são travessos, falam-me em mil linguas coloridas.
Contam-me segredos de amor jamais escutadas por humanos, e eu sei.
Eu permaneço sabendo da verdade através de meus olhos que enxergam além do óbvio, não escorre entre meus dedos como areia fina e mortal.
Pequena, um pouco amarga e muito doce.
Mas o doce que, de ingerido em demasia poderá fazer-te mal. Mas continuo.
E permaneço, permito-me amar aos que dizem ´´eu te amo´´ e não são correspondidos.
E aos que, incrivelmente, como rosas murchas, não podem entender o mecanismo de ir além de palavras.
Reflete-se o amanhã glorioso, despudorado e amaldiçoado - a futilidade não está em mim senão naquele que reflete suas palavras à minha doce alma.
Mas continuo a amar cambaleante, mesmo que congelada pelo mundo high tech,
é tudo o que me resta.
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