Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração (Antoine de Saint-Exupéry)
domingo, setembro 07, 2008
?
A música tocava em pulsasões sexuais e tremeluzentes, algumas pessoas pareciam entrar em extasis, com seus corpos expostos e sensuais. Eu observava como um alguém de fora, sem corpo, sem alma, sem a identificação de ser humano. Nada fazia sentido, o que dava valor à tantos abraços, olhar, movimentos e cheiros?
sexta-feira, setembro 05, 2008
Uma nota sem a música.
Há um cálice reluzente de sentimentos misturado com absinto que me chama sem piedade.
Sei que ao toma-lo,irei pecar me envenenar com as paixões ímpetas e os desejos escancarados.
O meu mal talvez seja correr sempre atrás de algo que não tenha lógica, e não me faça pensar, não pensar, não esperar um longo tempo de coruja para amar.
Amar profundamente e sem pudor, como despetalar um rosa sem dó e depois fazer magias de amor malogradas.
Fico entre escolher o terror de se entregar, de morrer aos pratos pelo pirulito roubado e do pudor, do pudor excessivo e anti sexy, o pudor de se entregar e se afastar com o coração explodindo de desejos vis.
Acho que tenho medo demais, chego no ínicio, no ápice, no ímpedo e depois corro ligeiramente como barata traicoeira da minha cozinha. É algo tão coloridamente inexplicável que já não confundo os meus pés, na verdade, sempre dou dois passos atras.
Continuo pensando como se estivesse em um conto de fadas,procurando estrelas em esgotos, procurando lábios como os dos querubins das igrejas. Não encontro sacrilégios, só eufemismos conturbados que choram dias e noites, deixando-me surda.
Misturo a realidade e a fantasia de um modo tortuoso,como se fosse uma bebidinha comum e vulgar.
Me perco ainda mais por não saber o que realmente quero, o que sinto já não me impulsiona para a verdade e ao centro.
Fico retida, como respirar e por um nome no que desejo?
Mordo tanto os meus lábios quando penso no desejo que chego a feri-los, sinto o gosto do sangue e isso me deixa ainda mais no paraíso dos desejos febris.
Depois, engatinho como um bebê, ou como faço para ir ao banheiro quando bebo demais, para poder dizer que eu quero, e quero demasiadamente teus braços.
E é tão patetico, eu não aceitei o simple desenrolar das ondas do mar, é tão cruel eu não querer crescer e apenas aproveitar. Fixo-me em um medo, um desejo e morro por eles.
O meu corpo acelera, minhas mão tremem e minha mente fala ´´corra, nao perca tempo´´. Mas meu corpo fica, paralisado, com medo de te queerer mais e mais e mais, e não sair de ti.
Colar, afundar em tua alma, no perfume da tua pele branca.
Mas o que faço, e sozinha à noite, é fumar cigarros com teu nome em um mundo imaginário, onde eu escondo meu coração com medo de que o firas.
Sei que ao toma-lo,irei pecar me envenenar com as paixões ímpetas e os desejos escancarados.
O meu mal talvez seja correr sempre atrás de algo que não tenha lógica, e não me faça pensar, não pensar, não esperar um longo tempo de coruja para amar.
Amar profundamente e sem pudor, como despetalar um rosa sem dó e depois fazer magias de amor malogradas.
Fico entre escolher o terror de se entregar, de morrer aos pratos pelo pirulito roubado e do pudor, do pudor excessivo e anti sexy, o pudor de se entregar e se afastar com o coração explodindo de desejos vis.
Acho que tenho medo demais, chego no ínicio, no ápice, no ímpedo e depois corro ligeiramente como barata traicoeira da minha cozinha. É algo tão coloridamente inexplicável que já não confundo os meus pés, na verdade, sempre dou dois passos atras.
Continuo pensando como se estivesse em um conto de fadas,procurando estrelas em esgotos, procurando lábios como os dos querubins das igrejas. Não encontro sacrilégios, só eufemismos conturbados que choram dias e noites, deixando-me surda.
Misturo a realidade e a fantasia de um modo tortuoso,como se fosse uma bebidinha comum e vulgar.
Me perco ainda mais por não saber o que realmente quero, o que sinto já não me impulsiona para a verdade e ao centro.
Fico retida, como respirar e por um nome no que desejo?
Mordo tanto os meus lábios quando penso no desejo que chego a feri-los, sinto o gosto do sangue e isso me deixa ainda mais no paraíso dos desejos febris.
Depois, engatinho como um bebê, ou como faço para ir ao banheiro quando bebo demais, para poder dizer que eu quero, e quero demasiadamente teus braços.
E é tão patetico, eu não aceitei o simple desenrolar das ondas do mar, é tão cruel eu não querer crescer e apenas aproveitar. Fixo-me em um medo, um desejo e morro por eles.
O meu corpo acelera, minhas mão tremem e minha mente fala ´´corra, nao perca tempo´´. Mas meu corpo fica, paralisado, com medo de te queerer mais e mais e mais, e não sair de ti.
Colar, afundar em tua alma, no perfume da tua pele branca.
Mas o que faço, e sozinha à noite, é fumar cigarros com teu nome em um mundo imaginário, onde eu escondo meu coração com medo de que o firas.
quinta-feira, setembro 04, 2008
Eu
Eu não sei o que se passa aqui dentro, e na verdade, me pego assustada tentando ir em contra meu coração.
Não, não era isso que eu deveria falar aqui, ando tão embaralhada que misturo todas as minhas camadas.
Minha alma parece que foi feita como colcha d retalhos, ou como tranças que s juntam numa profusão louca de cabelos.
E eu descobri que depois de muito tempo, tenho voltado às minhas raizes, de uma maneira homeopática para que o choque não seja muito grande. Mas ainda assim, me sinto tão absurda, tão perdida e provocada por essas ruas misteriosas de buenos aires.
Tão boba por ser escrava dos meus desejos e fugir dos deuses...
Não, não era isso que eu deveria falar aqui, ando tão embaralhada que misturo todas as minhas camadas.
Minha alma parece que foi feita como colcha d retalhos, ou como tranças que s juntam numa profusão louca de cabelos.
E eu descobri que depois de muito tempo, tenho voltado às minhas raizes, de uma maneira homeopática para que o choque não seja muito grande. Mas ainda assim, me sinto tão absurda, tão perdida e provocada por essas ruas misteriosas de buenos aires.
Tão boba por ser escrava dos meus desejos e fugir dos deuses...
domingo, agosto 31, 2008
entre o céu e o mar.
Faz algum tempo, e eu já nem sei mais em que face meu olhar ficou gravado.
Talvez esteja na esquina mal lavada, com cachorros soltos e alegres, com a garota triste a caminhar - a minha síntese na verdade, se repousa aí - e depois, como água benta, a verdade verde apareça querendo espantar os demônios vermelhos que vivem na noite preta, e comem minhas palavras.
Se alguém robou todo o meu senso de flor, de cores e sensações mortas, esse foi o silêncio.
Foi também a fome de não falar ao mundo o que sou, ou até mesmo de amores desejados e lavados com sabão de coco.
É, eu deveria esperar o trem do tempo passar, e dormir nas noites mais claras; mas é que como as minhas noites são sempre pretas, me sinto atraída para esse lado mais obscuro da vida, sem medo de ser o que sou( pela primeira vez, depois de muitos séculos).
Um sensação que vem, e parece trazer consigo uma revoada de passáros encantadores, que cantam em meus ombros e fazem canções inspiradoras.
Será que algum dia também tive um bico e criei lindas canções? tive penas coloridas e voei?
Uma vez, quando desejei ser um passáro, Deus me mostrou que passáros eram frageis, e logo um estatelou-se no chão.
Eu vi então, que ali estava a minha fusão.
Não era nada, mas só um aviso, e era tão mal agradecido o meu desejo.
Porque eu sabia, por dentro e profundamente, que eu tinha enormes asas, e que poderia voar eternamente.
Embora tão frágil como um passáro, eu era um Ser Humano, com capacidade de colorir o mundo, e~não tinha alguma noção disso.
Então eu vi, eu vi algo tão explendido que não consegui explicar, mas eu perdi o meu olhar. Aquele olhar vago a estar sempre a pensar, quando todos os espelhos estavam quebrados.
Talvez esteja na esquina mal lavada, com cachorros soltos e alegres, com a garota triste a caminhar - a minha síntese na verdade, se repousa aí - e depois, como água benta, a verdade verde apareça querendo espantar os demônios vermelhos que vivem na noite preta, e comem minhas palavras.
Se alguém robou todo o meu senso de flor, de cores e sensações mortas, esse foi o silêncio.
Foi também a fome de não falar ao mundo o que sou, ou até mesmo de amores desejados e lavados com sabão de coco.
É, eu deveria esperar o trem do tempo passar, e dormir nas noites mais claras; mas é que como as minhas noites são sempre pretas, me sinto atraída para esse lado mais obscuro da vida, sem medo de ser o que sou( pela primeira vez, depois de muitos séculos).
Um sensação que vem, e parece trazer consigo uma revoada de passáros encantadores, que cantam em meus ombros e fazem canções inspiradoras.
Será que algum dia também tive um bico e criei lindas canções? tive penas coloridas e voei?
Uma vez, quando desejei ser um passáro, Deus me mostrou que passáros eram frageis, e logo um estatelou-se no chão.
Eu vi então, que ali estava a minha fusão.
Não era nada, mas só um aviso, e era tão mal agradecido o meu desejo.
Porque eu sabia, por dentro e profundamente, que eu tinha enormes asas, e que poderia voar eternamente.
Embora tão frágil como um passáro, eu era um Ser Humano, com capacidade de colorir o mundo, e~não tinha alguma noção disso.
Então eu vi, eu vi algo tão explendido que não consegui explicar, mas eu perdi o meu olhar. Aquele olhar vago a estar sempre a pensar, quando todos os espelhos estavam quebrados.
segunda-feira, agosto 25, 2008
sábado, agosto 16, 2008
Deasabafsos
É noite,uma noite calma e desvelada, muito calada.
Lembra a Sara de uns anos atras, que comedia as palavras de um modo tao diminutivo, que apenas sabia fazer monólogos.
Tenho tentado surgir,depois de tanta escuridao, como o sol que brilha. Pela primeira vez quero me queimar com a luz da vida, sair ao ar e deixar q o meu brilho nao alimente aos egos de passarinhos, mas aos coracoes. Tudo que eu faco nao tem maldade, é desprovido de uma certa malícia, embora a minha mente peque pela falta de pudor.
Mas saibam, meus amores, que eu nao sou aminha mente, nao sou a palavra proferida em momentos de raiva, nao sou o meu corpo nem o meu rostinho de boneca.
Algo mais profundo, como um poco de aguas cristalinas.
Tenho sentido necessidade de me voltar p o meu interior, me sentir preechida novamente, palpar o que é real.
Nao suporto me sentir vazia e perdida, como se tivesse perdendo a consciencia; nem tampouco um mundo fútil e superficial, onde todos julgam pela forma.
Me esqueci de achar em espelhos, quebrei todos, sangrei e chorei mas nada adiantou. Fugindo de paixoes, de pensamentos fantasticos, eu me sinto só.
É como se nao houvesse ninguem, ninguem com quem realmente se importasse com vc...
and its so sad.
Lembra a Sara de uns anos atras, que comedia as palavras de um modo tao diminutivo, que apenas sabia fazer monólogos.
Tenho tentado surgir,depois de tanta escuridao, como o sol que brilha. Pela primeira vez quero me queimar com a luz da vida, sair ao ar e deixar q o meu brilho nao alimente aos egos de passarinhos, mas aos coracoes. Tudo que eu faco nao tem maldade, é desprovido de uma certa malícia, embora a minha mente peque pela falta de pudor.
Mas saibam, meus amores, que eu nao sou aminha mente, nao sou a palavra proferida em momentos de raiva, nao sou o meu corpo nem o meu rostinho de boneca.
Algo mais profundo, como um poco de aguas cristalinas.
Tenho sentido necessidade de me voltar p o meu interior, me sentir preechida novamente, palpar o que é real.
Nao suporto me sentir vazia e perdida, como se tivesse perdendo a consciencia; nem tampouco um mundo fútil e superficial, onde todos julgam pela forma.
Me esqueci de achar em espelhos, quebrei todos, sangrei e chorei mas nada adiantou. Fugindo de paixoes, de pensamentos fantasticos, eu me sinto só.
É como se nao houvesse ninguem, ninguem com quem realmente se importasse com vc...
and its so sad.
domingo, agosto 10, 2008
This is for you, yeahhhh
No palco da vida, há uns incríveis atores comediantes que fazem o seu papel de uma forma maravilhosa. Nesse palco, nao se permite chorar em momento algum, principalmente quando as manchetes estao vendendo mentiras sobre vc.
Nesse buraquinho azul de intrigas e desencontros há uma verdade, que está bem escondida e poucos conseguem ver.
Vc a tem, e vc a conhece milimetricamente, mas as pessoas nao.
Elas explalham mentiras pq gostam disso, pq elas sao as mentiras embutidas no caráter. Como estao totalmente adormecidas, nao percebem a verdade dentro de si.
Nao há pq chorar por tanta desgraca, nem julgar, condenar. Só sorrir.
Sorrir pq, os palhacos da vida, mesmo que sejam os piores, estao aqui para nos fazer rir.
Nao pq estas em desespero, pq a idiotisse de alguns é demasiadamente inutil para ser derramado lágrimas.
O sorriso cura, cura a dor e cura mesmo. É como aguas que correm em um rio lavando tudo, e tudopassa.
E quando passa, nada mais importa.
Nesse buraquinho azul de intrigas e desencontros há uma verdade, que está bem escondida e poucos conseguem ver.
Vc a tem, e vc a conhece milimetricamente, mas as pessoas nao.
Elas explalham mentiras pq gostam disso, pq elas sao as mentiras embutidas no caráter. Como estao totalmente adormecidas, nao percebem a verdade dentro de si.
Nao há pq chorar por tanta desgraca, nem julgar, condenar. Só sorrir.
Sorrir pq, os palhacos da vida, mesmo que sejam os piores, estao aqui para nos fazer rir.
Nao pq estas em desespero, pq a idiotisse de alguns é demasiadamente inutil para ser derramado lágrimas.
O sorriso cura, cura a dor e cura mesmo. É como aguas que correm em um rio lavando tudo, e tudopassa.
E quando passa, nada mais importa.
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