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Quando desejo o mais profundo emprego do termo que possa esconder o fundo do meu oceano, acabo atraindo fantasmas alheios que não conseguem me deixar em paz. É quase simples. É como aquela batida na porta de uma falsa ausência. É como aquele arrepio que me faz tremer de medo. É. Tudo pode se fazer presente, mas o que me é essencial está longe, muito longe.
Durmo com fantasmas batendo em minha porta, mas acordo com um sorriso em minha mente, não posso esquece-lo.
Jamais.
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