Não sei onde parar. Meu coração pulsa uma verdade vermelha e vibrante, acordada em lençois quentes e apegados ao carinho. Aos braços do beija-flor, apenas, pertence a minha existencia; os caminhos turvos e quase curtos serão crueis. O centro da dor já não existe, o calor foi ali implantado sarando todas as feridas.
Um comentário:
verdades vermelhas...
talvez as únicas verdades,
beijos :D
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