quarta-feira, janeiro 30, 2013

Deixa teus sonhos voarem livres, eles são teus e não fugirão. Deixa-os pular de alegria, brilhar com esmero, pulsar com paixão, só assim ficarão ainda mais ricos...=)
Vivi quando tu ainda era apenas um pequeno ponto brilhante, estrela viva em meu coração. Vivi quando puseste tua calma em meu ventre e me puxaste para o teu mundo, tão doce e pura. Vivi para mais além pois tua luz me levou, me trouxe, e me embalou. Vivi quando decidiste deixar tua luz tomar conta, e o universo se enfeitou ainda mais com a tua beleza. Vivi quando essa luz tão linda decidiu me dar vida, então mergulhei no oceano da vida sem fim, sem medo e sem dor, mas iluminada com a luz do universo e das estrelas.

segunda-feira, janeiro 21, 2013

Somewhere in the past...

Obra divina, tu és meu esplendor em noites calmas e tarde furiosas. Tu é meu diamante mais precioso e a minha calma mais febril. Estamos acima de todas essas histórias passageiras, pois nosso amor foi desenhado sem prazo de validade, estampado como tatuagem na nossa alma, exalando luz ao meu corpo, abrindo-me o peito, tornando-me iluminada.

A Dama da esquina...

Ela havia saído noite afora de forma trêmula e desesperada numa tentativa de dar fôlego aos seus pulmões que sempre pareciam pesados. Seu corpo todo estava pesado ultimamente. A mente bastante turva, não parava de soluçar questões mal resolvidas de seu interior. Seu coração? outra região bastante devastada, queimada como um campo verde chamuscado e quase morto. Ela queria a vida novamente, a vida fresca, colorida e refrescante que acariciava seu rosto docemente todos os dias de sol. Queria provar a chama da vida queimando em seu interior, provendo-lhe calor e amor ao seu coração. Mas que destino cruel esse foi esse? dar um presente a uma donzela de feições delicadas e um coração de ouro! Quem ousara machuca-la dessa forma? que anjo querubim decretou-lhe que ela fosse ser gauche na vida? A dor como presente, em um pacote de conto de fadas, bastante alegre por fora, mas cheio de mentira por dentro, presente este que nunca deveria ter sido aberto. Nem o seu coração deveria ter sido aberto e logo depois intoxicado. Tão torta por dentro, tão rente à sua dor, rastejando em seus labirintos internos, limpando cada cômodo do coração numa tentativa de sanar toda a dor e sujeira. Tinha até coragem para lavar tudo em seu interior e ver a face da vida ensolarada novamente. Sim, havia uma luta constante em seu interior. Uma guerra medonha iniciada por um cavalheiro impiedoso e idiota que só soube deixar para trás seu rastro sujo e insano. Mas ELA, e aí é que se está a glória, ainda podia brilhar, pois possuía o brilho de um diamante e a força de um furação em seu interior. Algo feroz e doce ao mesmo tempo, capaz de adoçar na medida certa e atacar quando preciso. Determinada a livrar-se da amarras internas e soltar suas asas esplendorosas para alçar seu vôo, arrancou do seu peito aquele coração enganado, esmagado e quase morto. Colocou outro no lugar, igualzinho, mas ainda mais verdadeiro e vivo. De alguma forma ela sabia que renascia novamente, mas dessa vez cuidaria com muito zelo o coração novo dado pelo universo, pois ele era de ouro e ouro não é algo que qualquer um pode possuir, só os bons de alma.

quarta-feira, janeiro 16, 2013

deixar ir...

Deixar ir de uma vez por todas aquilo/quem te intoxica...afinal, não há como deter a correnteza de um rio! E não volte atrás, permaneça no centro, no coração! só assim permaneceremos fortes.

domingo, janeiro 13, 2013

Recomeço

Estava mesmo precisando de um novo recomeço! mas não precisava ser tão doloroso, confesso. Ou será que tudo na vida deve vir acompanhado de dor? nem que seja uma mínima dor como aquela do dedinho do pé, que logo passa, mas é intensa no choque. É, talvez a vida nos presenteie com tantas decepções, arranhões e machucados, para percebermos a alegria por trás de tudo, para percebermo também que a felicidade também grita, mas grita mais alto que a dor, basta somente deixarmos a porta aberta à ela. É, voltei com o blog, espero que por muito tempo.

domingo, julho 01, 2012

eu...

Eu, que outrora reluzia uma tímida coragem dentro de mim, ja não sou possuidora de uma desbravante vída heroíca.